Tranquilo
Á chuva
Sem noção do tempo
Rimando...
Com o pássaro que voa
Com o vento que ri
Com a música do aguaceiro
Com a gente que caminha
Seguindo os cães
Tranquilo...
Só
Jogando com o fumo
Seguindo na estrada a luaQue me pede companhia.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Descubro nos teus cabelos que exploro
Rios abundantes
Continuo até á foz
Onde na tua boca
Desagua um imenso caudal
De beleza tão louca
De sangue que ferve;
Quando bebo do teu rio
Que se transforma em oceano
O teu corpo de vénus
Sereia encantada;
Quando dormes calma
Envolta em sonhos
Descobertos na vida
Dos nossos dias mais duros;
E deixo esse mar
Retiro as mãos que se tornam pesadas
E
Apenas te olho
Como gaivota atente
Procurando onde
Mais um beijo te guardar;
Tanta beleza
Tanto amor
E agradeço esses momentos
De deus
Que só a noite dá a teu lado
Sozinho
Nu
Cru
Esperando o sol
Que virá de manhã.
28/8/84
Rios abundantes
Continuo até á foz
Onde na tua boca
Desagua um imenso caudal
De beleza tão louca
De sangue que ferve;
Quando bebo do teu rio
Que se transforma em oceano
O teu corpo de vénus
Sereia encantada;
Quando dormes calma
Envolta em sonhos
Descobertos na vida
Dos nossos dias mais duros;
E deixo esse mar
Retiro as mãos que se tornam pesadas
E
Apenas te olho
Como gaivota atente
Procurando onde
Mais um beijo te guardar;
Tanta beleza
Tanto amor
E agradeço esses momentos
De deus
Que só a noite dá a teu lado
Sozinho
Nu
Cru
Esperando o sol
Que virá de manhã.
28/8/84
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Desvendaste-te
E por detrás do véu
A lua apareceu
E as asas da noite
Brilharam o breu
E os olhos
Bateram sem dor
Mil vezes mil
Prometida
A chuva juntou-se
Repetido
O vento fundiu-se na luz parida da noite
E os lençóis levantaram-se
Para nos deixar entrar
O amor venceu a inércia
E montou nas asas da noite
Aos olhos duma coruja branca
Que ensinava as estrelas a iluminar os abraços
As bocas vencendo a fadiga
Os braços cercando brigas
Os corpos embriagando a luz
Juntos deram mais tempo á noite
E só foi aurora
Porque a aurora sempre nasce
E da aurora
O amor renasce
Fevereiro 98
E por detrás do véu
A lua apareceu
E as asas da noite
Brilharam o breu
E os olhos
Bateram sem dor
Mil vezes mil
Prometida
A chuva juntou-se
Repetido
O vento fundiu-se na luz parida da noite
E os lençóis levantaram-se
Para nos deixar entrar
O amor venceu a inércia
E montou nas asas da noite
Aos olhos duma coruja branca
Que ensinava as estrelas a iluminar os abraços
As bocas vencendo a fadiga
Os braços cercando brigas
Os corpos embriagando a luz
Juntos deram mais tempo á noite
E só foi aurora
Porque a aurora sempre nasce
E da aurora
O amor renasce
Fevereiro 98
Andei nas ruas do teu cabelo
Com as mãos nuas
Desfiando novelos
Em rios longos de gotas de água
Juntei as ruas
Disfarçando com força
O amor que brotava dos poros
Que mais leito ao rio levava
Agarrei-me ao teu frágil tronco
Ao teu pescoço nu
E deixei a lua bronzear-to
E quando o beijei
Deixei a mentira descer ao rio
E correndo o tempo a fio
Na tua boca calei a verdade
Não contei os beijos todos
Pois o rio já era mar
Era tempo de embarcar
Para a campina do teu corpo
E gritei, chegando louco
Á foz do teu olhar
E assim...
Tempo de esperar
Seguindo a amar
E a colher do ceifar
O pão que brotou de nós
O filho que depois da foz
Foi rei do nosso mar
Agosto 85
Com as mãos nuas
Desfiando novelos
Em rios longos de gotas de água
Juntei as ruas
Disfarçando com força
O amor que brotava dos poros
Que mais leito ao rio levava
Agarrei-me ao teu frágil tronco
Ao teu pescoço nu
E deixei a lua bronzear-to
E quando o beijei
Deixei a mentira descer ao rio
E correndo o tempo a fio
Na tua boca calei a verdade
Não contei os beijos todos
Pois o rio já era mar
Era tempo de embarcar
Para a campina do teu corpo
E gritei, chegando louco
Á foz do teu olhar
E assim...
Tempo de esperar
Seguindo a amar
E a colher do ceifar
O pão que brotou de nós
O filho que depois da foz
Foi rei do nosso mar
Agosto 85
Aberta a porta
Entras pelo meu coração
Levando sentimento que a vida alcança
Tornando-me criança
De eterna felicidade
Declamas um poema puro
Sereno
Acalmando a vida
Eternizando o amor
O sol aquece o mundo
O amor
O lar
O filho que nos une
Um beijo que nos transporta
A verdade que combinámos
A cama que nos acolhe
Os sonhos que nos juntam
Que nos agarram profundos
Nos dias mais longos
Junho 1978
Entras pelo meu coração
Levando sentimento que a vida alcança
Tornando-me criança
De eterna felicidade
Declamas um poema puro
Sereno
Acalmando a vida
Eternizando o amor
O sol aquece o mundo
O amor
O lar
O filho que nos une
Um beijo que nos transporta
A verdade que combinámos
A cama que nos acolhe
Os sonhos que nos juntam
Que nos agarram profundos
Nos dias mais longos
Junho 1978
A manhã chegou
O sol me acordou
E ergui-me torturado pelo espaço
A imagem da tua partida
O ultimo beijo
O nosso derradeiro desejo
E a promessa que te esqueceria
Á noite vem o cheiro do teu cabelo
O calor da tua boca
A força da tua fome quando me querias
De dia o sol ilumina mais a dor
E doi mais
Porque te vejo
De volta á noite
Nossa dama dos sonhos
Testemunha das palavras que te dei
Á luz da lua
Qualquer dia esta dor
Este sol se apagará
Enquanto nestes dias
Há uma estrela
Que me ajuda a esquecer
Janeiro 81
O sol me acordou
E ergui-me torturado pelo espaço
A imagem da tua partida
O ultimo beijo
O nosso derradeiro desejo
E a promessa que te esqueceria
Á noite vem o cheiro do teu cabelo
O calor da tua boca
A força da tua fome quando me querias
De dia o sol ilumina mais a dor
E doi mais
Porque te vejo
De volta á noite
Nossa dama dos sonhos
Testemunha das palavras que te dei
Á luz da lua
Qualquer dia esta dor
Este sol se apagará
Enquanto nestes dias
Há uma estrela
Que me ajuda a esquecer
Janeiro 81
Subscrever:
Mensagens (Atom)
